Noite das Facas Longas

Capítulo VI: "Where were Tyrderon cat?"

Berlim, 12/02/1933

Voltando das Terras Sombrias, o grupo está exausto e perturbado pelo que viu. Uma vez presente às docas dos mortos, a mente resiste em lembrar-se que um dia viveu, e o mortal Béla Bártok é o que mais se apercebe disto. A presença de Nichola segue acompanhando os jogadores; Liam sente Asura nesta presença. O Guardião do caern de Grünewald, Heinrich “Caça-Ratos” (Rättenjaeger) encontrou alguém bisbilhotando o perímetro: trata-se de Theodor Murka, vampiro Nosferatu aliado de Nádia. Theodor resgatou junto à Gestapo uma mensagem codificada que parecia buscar Tyrderon, o guardião de Simeon. Ele informa Nádia que Lorde Humboldt a procura, ávido por notícias do “Gato Assassino”. Theodor também descobriu que o Príncipe de Berlim fará uma reunião importante com os líderes da Sociedade de Thule no dia 27 de fevereiro e precisa ter o assassino de Von Kross até lá para ser respeitado como liderança vampírica. Não se sabe ainda onde será o importante encontro. Humboldt aguarda Nádia no Observatório de Archenhold, e ela vai acompanhada de Béla Bártok. O Nosferatu dá a Nádia 22 horas (mais ou menos) para encontrar Tyrderon. Ele ressalta que envolver humanos é quebra da Máscara, mas diz não ser inimigo de Nádia. No segundo andar do Observatório, Liam investiga uma figura humana, mas é detectado e foge.

O comunicado interceptado oferecia dois endereços: o de Sir Thomas Friedlander e o da base “Augustus”, de responsabilidade de um certo agente Andrew Brucilli. O grupo visita o “velho amigo” Friedlander e o encontra em estado depressivo, desmotivado a seguir lutando.

O velho inglês conta sua história: cresceu trabalhando e acreditando na União Tecnocrática e em seu ideal de proteger a humanidade contra as aberrações, e alcançou certo prestígio nos círculos britânicos. Contudo, ao investigar padrões mágikos antigos nos arquivos da organização, acabou descobrindo sobre a Guerra Mítica entre os Tuatha de Danaan e os Thulianos na era pré-romana. Estas duas antigas civilizações habitavam a Irlanda e a Escócia e viviam em paz até os Thulianos descobrirem um enorme e mortal poder tecnológico enquanto escavavam suas minas nas Highlands escocesas. Eles atacaram os Tuatha, que conseguiram revidar e expulsar os thulianos para dentro de suas minas, selando-os. Embora o relato fosse quase mitológico, Friedlander se desesperou ao encontrar indícios da atuação dos thulianos no mundo moderno, principalmente fornecendo tecnologia e informação a um grupo chamado Sociedade de Thule. E se desesperou ainda mais quando foi barrado dentro da Tecnocracia de investigar o grupo.

Durante uma visita não-autorizada aos porões de um Constructo tecnocrático inglês encontrou uma relíquia viva: um jovem rapaz, descendente direto dos Tuatha de Danaan, preso e escravizado pelos tecnocratas, chamado Tyrderon. Friedlander o libertou ilegalmente e jurou defendê-lo. Juntos, Friedlander e Tyrderon começaram o lento processo de identificar os membros da Sociedade de Thule, sempre trabalhando clandestinamente dentro da Tecnocracia. Eles descobriram que a Sociedade de Thule havia desenterrado um antigo e poderoso feitiço e estavam juntando os ingredientes para conclui-lo. Ao perceber que um dos ingredientes, o Golem, já estava sendo fabricado por uma cabala judaica desesperada para proteger-se dos nazistas, Friedlander enviou Tyrderon para proteger a qualquer custo o líder da cabala contra a Sociedade de Thule.

Sabendo que tanto a Tecnocracia quanto a Camarilla (inimigos naturais) buscam Tyrderon, Friedlander tem a idéia de jogar os grupos um contra o outro. Todos vão ao hospital universitário tentar buscar Neumann, mas ao infiltrar o local, Liam é atacado por um garou com uniforme marrom da SA.

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